O Sport Club Internacional vive um momento de reestruturação financeira impulsionado por uma política de vendas de jogadores que tem quebrado recordes. A gestão de Alessandro Barcellos tem se destacado por concretizar negociações de alto valor, transformando o clube em um celeiro de talentos e gerando receitas significativas para o Beira-Rio. As recentes transferências de Vitão para o Flamengo e Ricardo Mathias para o Al-Ahli, ambas finalizadas no final de 2025 e início de 2026, exemplificam essa nova era de sucesso nas negociações coloradas, consolidando o Inter entre os clubes brasileiros mais eficientes na comercialização de seus atletas.
O Novo Paradigma de Negociações no Internacional
A era Alessandro Barcellos marcou uma mudança significativa na forma como o Internacional lida com a venda de jogadores. Anteriormente, o clube era conhecido por perder talentos sem obter o devido retorno financeiro. No entanto, a atual gestão implementou uma estratégia focada em valorizar os atletas, negociar com inteligência e maximizar os lucros obtidos com as transferências. Essa abordagem resultou em um aumento expressivo nas receitas do clube, permitindo investimentos em outras áreas e fortalecendo a saúde financeira da instituição.
Vitão e Ricardo Mathias: As Joias Vendidas que Impulsionaram o Clube
A venda de Vitão ao Flamengo por 10,2 milhões de euros (aproximadamente R$ 65,3 milhões) e de Ricardo Mathias ao Al-Ahli por R$ 65,6 milhões representam um marco na história do Internacional. Ambas as transações entraram para o ranking das maiores vendas do clube, evidenciando a capacidade da gestão Barcellos em atrair o interesse de clubes de renome e obter valores elevados por seus jogadores. Além do montante à vista, o Inter assegurou compensações financeiras e a possibilidade de bônus atrelados ao desempenho dos atletas em seus novos clubes, o que pode aumentar ainda mais os ganhos com essas negociações.
Ranking Histórico: As Maiores Vendas da História Colorada
Com as recentes transferências, o ranking das maiores vendas da história do Internacional passou por uma reformulação. Yuri Alberto, vendido ao Zenit em 2022 por 25 milhões de euros, continua liderando a lista, seguido por Gabriel Carvalho, que gerou uma receita de R$ 99 milhões com sua ida para o futebol saudita, podendo ultrapassar os R$ 136 milhões. Oscar, cuja transferência para o Chelsea em 2012 ocorreu antes da gestão Barcellos, ainda figura entre os destaques. No entanto, a ascensão de Vitão e Ricardo Mathias demonstra a força da atual administração em gerar receitas com a venda de jogadores.
Confira o ranking atualizado das maiores vendas da história do Internacional:
- Yuri Alberto (Zenit) – 25 milhões de euros
- Gabriel Carvalho (Futebol Saudita) – R$ 99 milhões (potencial de R$ 136 milhões)
- Oscar (Chelsea) – Valor não divulgado
- Ricardo Mathias (Al-Ahli) – R$ 65,6 milhões
- Vitão (Flamengo) – 10,2 milhões de euros (R$ 65,3 milhões)
- Maurício (Palmeiras) – Valor não divulgado
- Wesley (Al-Rayyan) – Valor não divulgado
Impacto Financeiro e Perspectivas Futuras
As seis maiores vendas realizadas durante a gestão Alessandro Barcellos somam R$ 496,2 milhões, demonstrando o impacto financeiro positivo dessa política de negociações. Embora o Inter nem sempre tenha ficado com a totalidade das cifras, devido à existência de direitos econômicos compartilhados, os valores obtidos são significativos e contribuem para a sustentabilidade do clube. A tendência é que o Internacional continue a adotar essa estratégia, buscando valorizar seus jogadores, identificar oportunidades de mercado e maximizar os lucros com as transferências. Com uma gestão eficiente e um elenco repleto de talentos, o clube gaúcho está bem posicionado para se tornar um dos principais vendedores de jogadores do Brasil, fortalecendo sua posição financeira e competitiva no cenário nacional e internacional.
A diretoria colorada, ciente do potencial do mercado, já trabalha na identificação de novos talentos e na negociação de contratos que garantam ao clube uma participação significativa em futuras transferências. A meta é transformar o Internacional em um clube formador e vendedor de jogadores, capaz de gerar receitas consistentes e investir em melhorias em todas as áreas, desde a estrutura física até o desenvolvimento de jovens atletas. O futuro do clube gaúcho se mostra promissor, com uma gestão focada em resultados e uma política de negociações que tem se mostrado eficaz e lucrativa.

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